No golfe, uma boa tacada pode fazer a diferença.
Mas é a estratégia para os 18 buracos que constrói o resultado. Ao longo de uma partida, cada buraco apresenta um cenário diferente. É preciso avaliar distâncias, obstáculos e riscos, escolher o melhor caminho e saber quando avançar com ousadia ou agir com prudência, sem perder de vista o percurso completo.
No ambiente empresarial, não é diferente. Decisões societárias, tributárias, contratuais, patrimoniais ou relacionadas à expansão dos negócios não acontecem de forma isolada.
Uma escolha feita hoje pode produzir reflexos sobre a governança, sucessão, financiamento, patrimônio e o crescimento da empresa no futuro.
Por isso, a advocacia empresarial de alta performance exige mais do que domínio técnico. Exige compreensão do negócio, capacidade de antecipar consequências, leitura dos riscos e visão para transformar a complexidade jurídica em caminhos que apoiem decisões mais seguras.
Outra lição importante do golfe: uma tacada ruim não define uma partida. Mudanças regulatórias, disputas, crises ou transformações de mercado também exigem das empresas capacidade de adaptação e revisão de estratégia sem perder de vista seus objetivos. Ter foco nos 18 buracos é justamente isso, não permitir que uma decisão pontual comprometa a estratégia global. No golfe e no Direito, técnica importa. Estratégia importa. Cada movimento importa. Mas os melhores resultados são construídos por quem consegue enxergar o percurso completo. A reflexão trazida por Rodrigo Martins, COO, Líder de Planejamento Patrimonial e Tributação Internacional do RMA | RONALDO MARTINS ADVOGADOS e Fundador e CEO da Ripol Alliance Multi-Family Office, em seu artigo, inspirado na participação do RMA como patrocinador da II Copa de España de Golf. Leia o artigo: https://lnkd.in/eeaKr8-F #RonaldoMartins #Brasil #Espanha #CopaDeEspañaDeGolf #patrocinador

